Fazemos planos, montamos calendários, colocamos o relógio para despertar as 4:30 da manhã. Mesmo assim não temos controle sobre nossas vidas.
Na verdade, pouco se sabe até onde conseguimos controla-la, pouco sabemos o que ela nos reserva, o que é ela.
Me faz achar um objeto, que a partir de um número gerado por um função random foi escolhido cair nesse mundo, naquele lugar, com aquelas pessoas, para ter aquele vida, Que vida?
Vida essa que não temos escolhas, nada da nossa vontade acontece. Ela escolhe. Você tenta sobreviver, aceitar.
Assisti um filme que me fez pensar nisso, nas coisas que acontecem, nas peças que a vida nos prega. Eu sai do cinema e fiquei pensando no controle que tenho sobre minha vida e quando de mim a nela e se eu realmente sou eu ou sou um eu que estava certo de acontecer, e minhas escolhas de nada valeram.
Com esse pensamento entrei numa van que vou “sequestrada” e todo nela perderam muitos pertences, eu inclusive.
Ficam as perguntas: “se eu não tivesse ido”, “se eu tivesse voltado”, “ se o engarrafamento estivesse menos”.... Mas acho que algo que não dá para fugir, vivemos como que em cada passo uma moeda e colocada no caça-níquel da vida. O pior.
Esse caça-níquel, ou você se da bem, ou se da mal, ou se da muito mal, ou se fode pra caralho.
Na verdade, pouco se sabe até onde conseguimos controla-la, pouco sabemos o que ela nos reserva, o que é ela.
Me faz achar um objeto, que a partir de um número gerado por um função random foi escolhido cair nesse mundo, naquele lugar, com aquelas pessoas, para ter aquele vida, Que vida?
Vida essa que não temos escolhas, nada da nossa vontade acontece. Ela escolhe. Você tenta sobreviver, aceitar.
Assisti um filme que me fez pensar nisso, nas coisas que acontecem, nas peças que a vida nos prega. Eu sai do cinema e fiquei pensando no controle que tenho sobre minha vida e quando de mim a nela e se eu realmente sou eu ou sou um eu que estava certo de acontecer, e minhas escolhas de nada valeram.
Com esse pensamento entrei numa van que vou “sequestrada” e todo nela perderam muitos pertences, eu inclusive.
Ficam as perguntas: “se eu não tivesse ido”, “se eu tivesse voltado”, “ se o engarrafamento estivesse menos”.... Mas acho que algo que não dá para fugir, vivemos como que em cada passo uma moeda e colocada no caça-níquel da vida. O pior.
Esse caça-níquel, ou você se da bem, ou se da mal, ou se da muito mal, ou se fode pra caralho.
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